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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

NOÇÃO DO LUXO,



“Tudo que tem preço é de pouco valor”

Por Victor Lacerda

 Falar de luxo nos dias atuais pode parecer aos desinformados algo totalmente enquadrado em uma vidinha supérflua, rodeada de futilidades e ostentação. Mas o luxo mudou. E o que antes era o símbolo da pompa e complexidade, hoje se resume ao um novo estilo de vida, harmonioso, clean, e por mais incrível que pareça – o luxo é ser simples.

Mistura que envolve arte, arquitetura, conceito, natureza e acima de tudo o bem estar. É assim que  os nobres vem se comportando e ditando os rumos dessa nova fase do mercado de luxo.
Para eles já não basta vestir a melhor e mais exclusiva peça da grife Prada, o bacana é que esta peça venha agregada de valores acima do habitual. A regra pode custar caro, mas de fato é simples, Realize a simbiose entre o que existe de melhor e o que te faz bem, este deve ser o pré-requisito de todas as suas escolhas.

Atitudes de Luxo

Observo que alguns poderosos esbanjam arrogância e prepotência, desperdiçando todas as chances de ser simpáticos e educados com aqueles que cruzam o seu caminho. Pessoas vazias pensam que atitude de luxo é se comportar como esses “poderosos” que têm na conta milhões de euros, ou fingem que tem, e levam a vida cultivando antipatia por onde passam. Atitude de luxo é ter bom humor, ser educado e saber viver a vida.
Os verdadeiros milionários não perdem tempo destratando  ninguém. Ao contrário, esbanjam sorriso. Até porque, motivos não devem faltar, não é mesmo? São donos de estilo de vida admiráveis e têm sim, um poder de consumo, porem eles não fazem disso o estopim da futilidade.
Para se ter uma idéia, o titulo “les fidelis”, concedido às mulheres mais luxuosas do mundo,  pela marca  Chanel, tem como critério de escolha um estilo de vida refinado, e as mulheres mais admiradas são premiadas com este título.

Frequentar locais de Luxo

Comparando os eventos sociais de antigamente – “quase ontem”, aos eventos atuais, é notório perceber que a artificialidade e o supérfluo foram substituídos por elementos que priorizam a praticidade e o conforto dos convidados. Esse é só um dos exemplos do quanto, o que antes era dito como luxo, hoje leva um novo significado.

Sempre achei um absurdo ir a restaurantes e aguardar na porta mais de uma hora de espera, isso nunca foi elemento que me despertasse o desejo em frequentar aquele ambiente. Muito mais legal do que frequentar o famoso restaurante que só vive lotado, é ir a outro local que te faça bem e tenha  atrativos, que motivem o seu paladar, por exemplo. É bacana conhecer os novos points da cidade, mas tudo tem limite, nem sempre o eleito melhor da Revista Veja, é de fato, aquele que mais agradará. Gosto é uma sensação muito relativa e não deve ser imposta. 

O melhor restaurante é aquele que oferece algo além da gastronomia. O gostoso é está em um lugar onde se possa bater um bom papo, ouvir uma boa música, ser bem atendido, e claro não ter problemas nunca com esperas injustificáveis. Não tem coisa que me deixa mais irritado do que fila. Acho uma tremenda falta de respeito ao cliente.

Ter bom gosto, educação, conteúdo e saber admirar os prazeres da vida é algo possível para qualquer um de nós, portanto, é valido repensar as nossas atitudes, comportamentos e estilos. Acordem! Ser luxuoso é saber usar todos estes elementos, de forma simples e elegante.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Murilo Brocchini, 25 anos de experiência gourmet

 Uma das figuras mais renomadas do cenário gastronômico da Bahia, o chefe de cozinha Murilo Brocchini, reafirma a cada dia o seu poder criativo no que existe de melhor da alta gastronomia.

Murilo consegue reunir em um só prato, a qualidade, o sabor e as inovações necessárias para fazer qualquer um jogar a dieta para o alto e se entregar às delicias do Empório Gourmet, atelier de obras culinárias, onde o chefe elabora os pratos e faz experiencias com novos sabores.

“Sempre me identifiquei com arte, com o belo e o gostoso... Herdei de minha mãe o lado criativo e do meu signo, sagitário, a curiosidade e a aventura. Gosto de cozinhar com carinho, desde a escolha dos produtos, os detalhes de cortes, as texturas, até o resultado final. Aprendi vivendo e pesquisando muito, sonhava em estudar na Cordon Bleu, mas, não consegui, então resolvi aprender na pratica.” Afirma Murilo, explicando de onde vem tamanha inspiração, que mistura a arte e gastronomia.

Conheço Murilo a exatos 6 anos, e desde então, sou um admirador de suas obras culinárias. Após a publicação do texto de Murilo aqui no blog, contando a história do Arroz de Puta Rica, alguns amigos, cliente e parceiros me procuraram para saber mais sobre o chefe.

Para atender as solicitações de todos, a partir de hoje vou dividir com vocês, em fotos e palavras, um pouco do que este este baiano de Itiruçu com mais de 25 anos de experiência gastronômica vem aprontando em seu Empório Gourmet. Contando com a ajuda de Murilo e colhendo informações, farei um resumo em oito artigos, com um breve histórico profissional do chefe, ao tempo em que irei mostrar as novidades que vêm surgindo lá no Empório Gourmet.

Por Murilo Brocchini, 01 de 08:

Mais ou menos aos 12 anos de idade comecei a me interessar pela cozinha, gostava muito de observar Jean Marie flexor, (esposo de minha tia na época), cozinhando, lembro que ele fazia um pastel de palmito delicioso e sua mãe uma geléia de ameixa seca com laranja que nunca comi igual, tinha muito pouco açúcar e gostava de comer as colheradas...

Minha vida profissional começou em 1985 – 1987

Morando nos estados unidos, trabalhei lavando muito prato e depois fui aprendendo outras coisas, fui cozinheiro, garçom, gerente de compras e gerente trainee em uma cadeia de restaurantes mexicano, o Diamond Dave´s & Taco Company.

Fui também barman no Jansen´s Landing que era um misto de boite com restaurante de carnes e frutos do mar.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

COMUNISTAS COM FÉ

Daniel e Olívia vão ao Bonfim agradecer pela campanha 

Como bom baiano o deputado Daniel, ao lado da vereadora Olívia, cumpriu a tradição de vestir branco e ir à Basílica do Bonfim, hoje, primeira sexta-feira do mês de outubro e última , antes das eleições.
O ato simbólico, repetido por católicos e candomblecistas, tem um significado ainda maior para os candidatos. Olívia e Daniel possuem uma trajetória de respeito e valorização da religiosidade baiana. Os dois políticos são autores das leis (municipal e federal) que criou o dia nacional de combate à intolerância religiosa, celebrado no dia 21 de janeiro.
Para Daniel, ir ao Bonfim na última sexta-feira antes da eleição significa agradecer a Deus pela excelente campanha, pelas conquistas e pelos desafios que estão por vir.  “Nesta terra de todos os credos, repetir esta tradição é dizer que estamos confiantes na vitória, no dia 03 de outubro”, destacou Daniel.