sexta-feira, 10 de junho de 2011
Custo da Fonte Nova para Copa aumenta 41%, diz Portal da Transparência
Por: Karlo Dias - Salvador
Em meio ao andamento da construção da Arena Fonte Nova, o projeto do novo estádio tem sido alvo de diversas polêmicas em torno do custo final da obra. Segundo informações divulgadas no Portal da Transparência, site oficial da Controladoria Geral da União (CGU), o orçamento final é da obra será de R$ 835 milhões.
A soma inclui os custos com o projeto básico, executivo e com as obras. O valor apresenta uma diferença de 41% em relação ao orçamento divulgado anteriormente, de R$ 591 milhões. Com isso, seria o terceiro estádio mais caro da Copa em termos relativos (atrás do Maracanã e do Itaquerão, que beiram R$ 1 bilhão), e o mais caro no custo por assento (R$ 16,7 mil).
Em nota, a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) da Bahia, responsável pelo contrato de Parceria Público-Privada (PPP) para construção e operação do estádio, e a Fonte Nova Negócios e Participações (FNP), concessionária responsável pela totalidade do investimento nas obras de demolição e construção do novo estádio, afirmam que não houve alteração no orçamento e asseguram que o total a ser investido no projeto continua o mesmo contratado em janeiro de 2010.
TCE de olho
Segundo o Tribunal de Contas da Bahia (TCE-BA), não houve comunicado oficial do governo sobre o aumento do custo do projeto. Recentemente, o conselheiro Pedro Lino levantou suspeitas em relação aos valores divulgados pelo governo.
Diante disso, o órgão contratou uma equipe técnica da Universidade Federal da Bahia para auditar a obra e solicitou a apresentação dos projetos básicos e executivo. O governo alega que, por se tratar de uma PPP, a apresentação dos documentos não é necessária.
Mesmo sem receber os documentos, para evitar atrasos no cronograma, os conselheiros aprovaram, em 18 de maio a liberação de 20% do financiamento pelo do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na próxima segunda-feira (13), o banco deve se posicionar em relação ao restante do empréstimo.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
CUIDADO COM ESSA MOÇA: ELISA LUCINDA!
“A presença da Elisa Lucinda, abrilhantando com a sua graça as noites em Salvador, não poderia passar despercebida para o público baiano. Mas a imprensa baiana, salvo raras exceções, nunca tem o cuidado de noticiar nada ligado às artes que realmente valem à pena.”
Por Elenilson Nascimento
Salvador está cheia de boas opções de cultura nesse fim de semana. Em sua maioria shows no Pelourinho, comédias stand-up (*que eu não gosto muito!) e alguns dramas. Entretanto, um daqueles espetáculos surpreendentes acaba de voltar à capital. Trata-se do maravilhoso espetáculo “Parem de Falar Mal da Rotina”, de autoria e interpretação da atriz e escritora Elisa Lucinda.
Nesse espetáculo, Elisa faz o público rir, refletir, se emocionar e até mesmo a acompanhá-la enquanto canta Cazuza ou um outro artista. Além de interagir com a plateia do começo ao fim do espetáculo (*eu já presenciei ela tomando celulares das mãos dos outros, mandando alguém ir ao banheiro, perguntando sobre como foi o dia de trabalho e por aí vai), mas também ela declama a sua poesia. E é aí que está a boa surpresa, pois os soteropolitanos dizem que nunca têm tempo para nada, muito menos para pensar profundamente sobre a rotina por meio da poesia. No entanto, para quem se propõe a assistir “Parem de Falar Mal da Rotina”, Elisa consegue a façanha.
Hoje, 09/06, a lindona este
ve esbanjando a sua simpatia no programa “Roda Baiana” (Metrópole FM), apresentado pelo simpaticão André Simões. Elisa recitou o seu poema “Aviso da Lua que Menstrua”: “Moço, cuidado com ela! Há que se ter cautela com esta gente que menstrua... Imagine uma cachoeira às avessas: cada ato que faz, o corpo confessa. Cuidado, moço, às vezes parece erva, parece hera. Cuidado com essa gente que gera essa gente que se metamorfoseia, metade legível, metade sereia...”; falou sobre a importância da poesia, da felicidade em se apresentar novamente em Salvador, além de muitos ouvintes manifestando amor a Elisa.
ve esbanjando a sua simpatia no programa “Roda Baiana” (Metrópole FM), apresentado pelo simpaticão André Simões. Elisa recitou o seu poema “Aviso da Lua que Menstrua”: “Moço, cuidado com ela! Há que se ter cautela com esta gente que menstrua... Imagine uma cachoeira às avessas: cada ato que faz, o corpo confessa. Cuidado, moço, às vezes parece erva, parece hera. Cuidado com essa gente que gera essa gente que se metamorfoseia, metade legível, metade sereia...”; falou sobre a importância da poesia, da felicidade em se apresentar novamente em Salvador, além de muitos ouvintes manifestando amor a Elisa. Aproveitei a sua presença na rádio e mandei dois livros de presente para ela: “Poemas Dispersos” e “Diálogos Inesperados Sobre Dificuldades Domadas”, além de também ter mandado mensagem: “Queria muito que a Elisa soubesse da importância dela na minha vida. Foi por causa do livro ‘A Menina Transparente’ que resolvi arriscar em querer escrever. Sou fãzão, ao ponto de gritar por ela (*fiz isso na Bienal do RJ, quando ela estava lendo Quintana c/ o Paulo José, e o povo lá mandando eu calar a boca!). Elisa adoro você e espero que tenha gostado do presente. Por favor, você poderia ler duas linhas do meu livro para eu me amostrar!”. Bom ela recebeu os livros, agradeceu, mas não deu tempo de ler as duas linhas para eu me amostrar.
A presença da Elisa Lucinda, abrilhantando com a sua graça as noites em Salvador, não poderia passar despercebida para o público baiano. Mas a imprensa baiana, salvo raras exceções, nunca tem o cuidado de noticiar nada ligado às artes que realmente valem à pena. No entanto, um público entusiasta, ávido por raras oportunidades estéticas com conteúdo filosófico e social como esta, se faz sempre presente lotando as instalações.
Elisa é uma poetisa brilhante, uma exceção no país, já que poesia sempre é jogada no fundo do poço. Elisa explora temas como racismo, solidão, amor, corrupção e outros do infinito e dramático leque humano que desfilam ante os olhos e os ouvidos extasiados dos sortudos presenteados pela sua imponente presença de poeta, mulher e síntese potente do Brasil que esta cidadã nascida em Espírito Santo carrega pelo país inteiro. Segundo ela mesma informou no decorrer do “Roda Baiana” esta visita prévia na capital baiana é para marcar território para uma futura e mais demorada em que relançará seu livro/espetáculo: “Parem de Falar Mal da Rotina”, já assistido por mais de 1 milhão de espectadores e que, enfim, chega a cartaz em Salvador, no Teatro Jorge Amado.
Mas vamos aguardar com ansiedade, de preferência relembrando uma das suas performances mais famosas quando encerra os seus espetáculos com o seu poema: “Só de sacanagem” (*que ficou massa na voz de Ana Carolina): "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal. Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? Imortal! Sei que não dá para mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!”

“Talvez o sucesso e a empatia do espetáculo ‘Parem de Falar Mal da Rotina’ e do livro se deva por uma coisa muito simples: a brincadeira ali (embora séria) é de tirar os véus que encobrem realidades determinantes em nossas vidas, mas cuja face verdadeira, alguns dogmas do senso comum não nos deixa ver. É como uma espécie de cegueira, branda e inconsciente, contra a qual, por não sabermos, não tomamos providência. Isso vale para todo mundo, começando por mim que apesar de ser metida a saber, reconheço meus equívocos e busco sempre a luz da não-ignorância. Esta, muitas vezes, permite que sejamos injustos, contraditórios e até hipócritas, sem que se perceba com clareza. Como vocês têm notado, e eu espero não perder leitores por isso, tenho escrito sobre as relações homoafetivas. Já algum tempo meu público de leitores e fãs espera meu pensamento sobre o tema”, escreveu a atriz no seu blog.
Mas a peça também já foi apresentada em Barcelona – Espanha, mais de cem vezes, e nas redes sociais tem uma legião de fãs (*inclusive eu!). Elisa chegou a ouvir de uma espectadora que a senhora havia trocado suas pílulas anti-depressivas por uma dose diária de “Parem de Falar Mal da Rotina”. Agora, as experiências da peça viram um livro recheado do mais alto astral, que eu ainda não comprei.
Apesar de gostar muito da Elisa, até tentei que ela participasse dos “Poemas de Mil Compassos”, da “Coleção Literatura Clandestina”, em 2009, mas ter que tratar com os seus assessores é um porre, só há pouco tempo que eu passei a ler com frequência o seu blog – A Lira que Alucinda – e sempre me deparo com textos extremamente simples, mas totalmente tocantes. Uma delicadeza única para falar de coisas do dia-a-dia ou para homenagear lugares ou pessoas queridas.
E deselitizando a poesia no seu espetáculo, Elisa, que fala o texto poético como quem conversa com o público, emociona e diverte com suas palavras, gente de todo o tipo e de dez a cem anos. Uma auto-ajuda inteligente, uma aula de cidadania através da educação emocional; pois cuidando melhor de nossa rotina, autores e protagonistas que somos dela, cuidaremos melhor de nós mesmos, dos que nos cercam e do mundo à nossa volta.
Elisa costuma dizer que gosta de sair da leitura de um livro, de uma exposição de arte, de um espetáculo teatral ou de um filme, tocada, acrescentada, enfim, diferente de quando entrou. Esse para ela é o papel da arte. E o mesmo deseja a seu público. No ano passado, fiquei ainda mais encantado com essa artista e poetisa. A cada autógrafo que dava, era um desenho que fazia com seus lápis de cores e canetinhas espalhadas pela mesa. Na era da massificação, a exclusividade que dá a suas obras as tornam ainda mais valiosas. Um gesto de respeito aos admirados de sua arte.
Mas voltando ao livro que eu ainda não li… acredito que os textos sejam tão incríveis quanto os publicados no seu blog e escritos com um olhar simples da vida. Realmente a capixaba merece o reconhecimento do público. Não porque está entre os globais, mas porque sabe olhar e expressar a vida de forma simples, sem rodeios e com muito otimismo. Coisa que ainda me falta aprender. Confira mais alguns flashes de uma tarde de autógrafos:











Uma verdade o que o chatinho do Miguel Falabella disse: “Elisa Lucinda diz seus poemas como quem vai bordando a existência. Ela sai colhendo poesia pela vida afora com um talento impressionante. A poesia de Elisa Lucinda é a poesia de todos nós, seu verbo é múltiplo, cabe na boca do mundo e atiça, inflama e emociona e traz notícias da melodia que não se perdeu, transformou-se, metamorfoseou-se, mas continua melodia”. Isso é a poesia de Elisa.

Linda, em cena, no sucesso “Parem de Falar Mal da Rotina”.
Serviço de poesia em Salvador:
Com o pai da Mônica, o desenhista Maurício de Souza.
Com o nosso amigo Sandro Rogério de Faria.
Teatro Jorge Amado, Avenida Manoel Dias da Silva, 2177
Dias: 10, 11 e 12/06 e 17, 18 e 19/06/2011
Sexta, sábado e domingo às 20h
Ingressos: R$60 (inteira) e R$30 (meia)
+ Atenção professores: vocês pagam meia entrada!
fotos: reprodução
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Luiz Caldas, Colher de Pau e Saiddy Bamba animam Festa do Divino em Boipeba
Neste próximo fim de semana a Ilha de Boipeba, no município de Cairu celebra a festa do Divino Espírito Santo. A programação conta com manifestações religiosas, culturais e três grandes shows. Na capela centenária, serão celebradas as missas do novenário, que será concluído no domingo, a partir das 9h, uma liturgia solene. Enquanto isso, um grande palco armado na praça, receberá todas as noites, três atrações de peso.
Na noite do sábado (11), quem anima a festa é a banda Colher de Pau, com um repertório que vai do forró eletrônico ao tradicional, que dará um tom junino à festa. No domingo (12), dia dos namorados, será a vez de Luiz Caldas, que vai relembrar grandes sucessos do início do movimento conhecido como “Axé Music”. Na segunda-feira (13), a festa continua com a procissão marítima, concurso de barcos e à noite, o som marcante da banda Saiddy Bamba.
A Festa do Divino Espírito Santo é uma das mais antigas tradições do município de Cairu. “A manifestação repetida há séculos, mantém viva a fé e cultura do nosso povo e atrai a atenção dos turistas”, afirma o prefeito Hildécio Meireles. “Temos o compromisso valorizar a cultura e religiosidade local, além de incentivar o aparecimento de novas manifestações”, conclui o gestor. O evento recebe o patrocínio é da prefeitura municipal.
A abertura da festa, no sábado passado, contou com a lavagem das escadarias da igreja. Em seguida, durante as nove noites da semana, aconteceram celebrações e apresentações culturais. Na próxima segunda-feira, uma procissão marítima em homenagem a São Francisco encerra as festividades.
Na noite do sábado (11), quem anima a festa é a banda Colher de Pau, com um repertório que vai do forró eletrônico ao tradicional, que dará um tom junino à festa. No domingo (12), dia dos namorados, será a vez de Luiz Caldas, que vai relembrar grandes sucessos do início do movimento conhecido como “Axé Music”. Na segunda-feira (13), a festa continua com a procissão marítima, concurso de barcos e à noite, o som marcante da banda Saiddy Bamba.
A Festa do Divino Espírito Santo é uma das mais antigas tradições do município de Cairu. “A manifestação repetida há séculos, mantém viva a fé e cultura do nosso povo e atrai a atenção dos turistas”, afirma o prefeito Hildécio Meireles. “Temos o compromisso valorizar a cultura e religiosidade local, além de incentivar o aparecimento de novas manifestações”, conclui o gestor. O evento recebe o patrocínio é da prefeitura municipal.
A abertura da festa, no sábado passado, contou com a lavagem das escadarias da igreja. Em seguida, durante as nove noites da semana, aconteceram celebrações e apresentações culturais. Na próxima segunda-feira, uma procissão marítima em homenagem a São Francisco encerra as festividades.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Samba d´Ju anima casais apaixonados
Agenda Cultural
QUINTA-FEIRA, DIA 09/06
SAMBA d´Ju – O show com a banda Samba d´Ju é uma boa pedida para esquentar a noite da quinta-feira. Com uma mistura deliciosa de samba e MPB, o grupo formado por Ju Moraes, na voz, Nanda Duarte, no violão, e Juan Santiago, no Cavaquinho comanda a festa no Botequim São Jorge. Com casa cheia, o show tem atraído uma turma jovem, bonita e descolada. A banda se apresenta através do projeto “Botequim d´Ju” nesta quinta-feira (09), no Botequim São Jorge, à partir das 21h.
SERVIÇO – Botequim São Jorge (Rua Jorge Gomes, Rio Vermelho), quinta-feira (09), à partir das 21h. Couver – R$ 18,00, com cerveja long neck dobrada até 22h. Informações (71) 3334-8181.
DOMINGO, DIA 12/06
SAMBA d´Ju – Quem optar por uma programação diferente e dançante para o fim de tarde do próximo domingo (12), dia dos namorados, pode escolher o show da banda Samba d´Ju. O grupo sobe ao palco à partir das 18h, no projeto “Domingão com Samba d´Ju”, que acontece no Pra Começar... Chopp & Music. A apresentação contará com canções autorais, um bloco de sambas românticos e outro de forró das antigas. O grupo, formado por oito músicos tem à frente a vocalista Ju Moraes, e os músicos Nanda Duarte, no violão, e Juan Santiago, no Cavaquinho. O show é uma ótima pedida para os finais de tarde dos domingos, e tem atraído um público jovem, bonito e descolado.
SERVIÇO – Pra Começar... Chopp & Music (Av. Manoel Dias da Silva, 1733 - Pituba), domingo (12), à partir das 18h. Couver – R$ 15,00, com rosca dobrada até 21h. Informações (71) 3345-6450.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Governo da Bahia recebe propostas para mobilidade urbana
Sete empresas participam do processo, nenhuma aposta no VLT
Por: Karlo Dias
Sete empresas ou grupo de empresas participantes da PMI (Proposta de Manifestação de Interesse), de mobilidade urbana para a Copa de 2014 em Salvador, entregaram os projetos finais das sugestões apresentadas no início de maio. A abertura dos envelopes aconteceu no início da noite de ontem (31), na sede da Secretaria do Planejamento (Seplan).
A PMI definirá o modal a ser implantado no Acesso Norte, interligando os municípios de Salvador e Lauro de Freitas. As propostas consistem de estudos de viabilidade técnica, ambiental e financeira. Serão analisados o modal, a modelagem financeira, a proposta tarifária, o sistema de integração e o modelo de gestão.
Os projetos serão avaliados por um Grupo de Trabalho formado por técnicos do governo e pela equipe da Coppe, consultoria ligada à Universidade Federal do Rio de Janeiro, contratada para tal. O parecer final será entregue em 15 dias. A expectativa do governo é que haja uma definição até 20 de junho.
Segundo informações do Ministério das Cidades, o governo baiano deveria apresentar o Plano de Mobilidade para Região Metropolitana de Salvador até a próxima sexta-feira (3). O atraso pode prejudicar o prazo final da entrega das obras, previstas para acontecer antes do Mundial de 2014.
Dos sete projetos, todos sugerem a construção dos Bus Rapid Transit (BRT) ou de metrôs de superfície, apenas um refere-se a monotrilho e nenhum apresenta proposta de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
Todos os projetos possibilitam a integração física com o metrô (ainda não finalizado) e o restante do sistema de transporte da cidade. Os projetos contemplam ainda utilização de bilhetagem eletrônica.
Segundo José Eduardo Copello, chefe de gabinete da Sedur e membro do GT, ainda não se tem claro o modelo de gestão ou mesmo o sistema que será adotado. “Podemos escolher apenas uma proposta completa, ou fazer um misto entre as diversas propostas apresentadas”, disse.
O representante do governo prevê que as obras devem começar entre o final de 2011 e início de 2012. A expectativa dele é que a licitação, que provavelmente terá o formato de Parceria Público-Privada (PPP), aconteça nos próximos dois meses.
A maior parte dos projetos está orçada entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões. A empresa que ganhar a licitação terá recursos da ordem de R$ 570 milhões do PAC da Mobilidade Urbana para a execução da obra. O restante poderá ser financiado com recursos do PAC da Copa, ou mesmo da iniciativa privada.
Conheça cada uma das propostas:
Consórcio Setps e Odebrecht Transport – 78 km de corredores exclusivos para o BRT, 173 estações e terminais, 58 viadutos, 14 pontilhões e 13 tuneis, além de ciclovias e calçadas. Interligará o aeroporto de Salvador ao metrô e ao sistema ferroviário suburbano.
Consórcio Camargo Correia e Andrade Gutierres – 23 km de metrô de superfície ligando o município de Lauro de Freitas à estação acesso norte do metrô, passando pelo Aeroporto de Salvador, canteiro central da Paralela e Iguatemi.
Prado Valadares – sistema modal tipo BRT, podendo evoluir até 2030 para metrô. Conta com 41 km de vias aéreas, composta por pista exclusiva de ônibus, passarela e ciclovias.
Queiroz Galvão – sistema de monotrilho, em elevado, interligando os municípios de Salvador e Lauro de Freitas, preservando o canteiro central da Paralela.
Metropasse – sistema BRT, superfície de Lauro de Freitas à estação da Calçada, integrando o metrô e os trens do subúrbio ferroviário.
ATP Engenharia – metrô de superfície de Lauro de Freitas ao Acesso Norte, em Salvador.
Ivepar Investimentos – proposta composta por um metrô de superfície, interligando os municípios de Lauro de Freitas e Salvador.
Fonte: Portal da Copa 2014
terça-feira, 31 de maio de 2011
COMEMORAÇÕES DOS 2OO ANOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO DA BAHIA
“Apesar das comemorações pelos 200 anos, a Biblioteca dos Barris é cheia de erros grosseiros. Livros e leitores são prisioneiros da burocracia e da arrogância de muitos.”
Posso confessar aqui – porque o blog é meu – sem nenhum pudor que adoro ser metido a jornalista. Desde o primeiro momento na minha vida, quando ainda era um espermatozóide, eu quis ser jornalista. Não quis ser cineasta. Nem doutor. Nem advogado (*como todo mundo hoje!). Mas se tenho uma frustração, é de não ter entrado numa boa universidade, de ter perdido o meu tempo tirando xérox e decorando frases de efeito para apresentar seminários inúteis para professores medíocres, de não ter frequentado mais bibliotecas ao invés do Google. E ainda de não ter escrito um livro excepcional – apesar de já ter lançado alguns, de gostar muito deles e continuar a escrevendo, que provém da interpretação com os meus leitores.
fotos: Ascom/Fundação Pedro Calmon
Por Elenilson Nascimento
A literatura está, nesses tempos globalizados de informações rápidas, de celebridades fúteis e de falta de bom gosto e bom senso, não na dor experimentada ou sentida, mas no fingimento dela, apesar dos escritores partirem da dor real “a dor que deveras sente”. Não há arte sem imaginação, sem que o real seja imaginado de maneira a exprimir-se artisticamente e ser concretizado em arte. O momento é complicado mesmo, cheio de problemas, cheio de descasos, alguns deles os mais básicos em se tratando da educação e cultura do nosso povo.
Vou citar um exemplo: o novo filme do Harry Potter constante em 3D, cheio de sangue saltando da tela, com diálogos cheios de vocabulários próprios, com as varinhas de bruxos jogando feitiços pra lá e pra cá, além das “legendas” (desculpe a ironia), na verdade, indicações, nomes, setas, fotos, imagens enquadradas, tudo de um jeito a parecer moderno, mas não verdade consegue ser apenas didático – um pouco menosprezando a inteligência do espectador. É exatamente dessa forma que a literatura é tratada.
Mas o tal rapaz de óculos, metido a escritor, que gostou do filme do bruxo com um raio na testa, ficou irritado porque os jornalistas baianos não gostaram e, no debate com o diretor, mandou a tal frase de que críticos são cineastas frustrados. O primeiro argumento é simples: ele, como gostou do filme, não é frustrado? Como se bastasse isso, gostar ou não para ser ou não frustrado. Além disso, ele valoriza a própria opinião em detrimento da dos outros. A opinião dele, que gostou, é legal, as outras, quem não gostou, não prestam.
Posso confessar aqui – porque o blog é meu – sem nenhum pudor que adoro ser metido a jornalista. Desde o primeiro momento na minha vida, quando ainda era um espermatozóide, eu quis ser jornalista. Não quis ser cineasta. Nem doutor. Nem advogado (*como todo mundo hoje!). Mas se tenho uma frustração, é de não ter entrado numa boa universidade, de ter perdido o meu tempo tirando xérox e decorando frases de efeito para apresentar seminários inúteis para professores medíocres, de não ter frequentado mais bibliotecas ao invés do Google. E ainda de não ter escrito um livro excepcional – apesar de já ter lançado alguns, de gostar muito deles e continuar a escrevendo, que provém da interpretação com os meus leitores.Porém, bibliotecas não são mais espaços de interação e descobertas, apesar de alguns esforços. E no último dia 13 de maio, marcado pela reflexão sobre a assinatura da Lei Áurea, em 1888, acontecimento histórico que pontua a abolição da escravidão em terras brasileiras, também foi pontuado pelas comemorações dos inacreditáveis 200 anos da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (BPEB), localizada no bairro dos Barris, Salvador (BA), e dirigida pela Fundação Pedro Calmon/SecultBA, foram comemorados com intensa programação.
Atrações artísticas e conferências revelaram a importância e a diversidade da primeira biblioteca pública do Brasil. A unidade que possui um acervo de 600 mil itens, dos quais 150 mil são livros, além de vídeos, imagens, obras de arte, documentos históricos, periódicos e obras raras e valiosas, apresenta uma extensa programação de debates a apresentações artísticas. Mas alguns especialistas defendem o título de Biblioteca Nacional da Bahia, coisa, ao meu ver, irrelevante, visto que a importância de uma biblioteca com a estrutura da Biblioteca dos Barris é algo muito maior.
Pensando nisto, representantes da comunidade negra de Salvador aproveitaram essas comemorações e organizaram um debate interessantíssimo no último dia 13/05, para refletir sobre as consequencias da Abolição da Escravatura, a importância de mantermos viva a nossa cultura e os atuais problemas vivenciados pelos negros desse país.
A ideia era pontuar um espaço de discussão sobre o dia seguinte a assinatura da Lei Áurea, os efeitos reais da libertação e outras pautas referentes a comunidade negra baiana com um grupo especial de artistas que falariam sobre a importância do livro e da biblioteca em suas trajetórias pessoais, marcadas por superação e desafios.
O debate começou – concorrendo com a atenção do povo na fila do acarajé – com um bate-papo com a simpaticíssima apresentadora do programa “Boa Tarde Bahia” (Band), Rita Batista, que falou sobre o seu vínculo com a biblioteca, a importância dos livros na sua vida (*apesar de ter afirmado que doou muitos deles por falta de espaço na sua casa) e sobre a sua vida escolar. Rita estava deliciosa, com um micro vestido que deixava de fora as suas pernas maravilhosas, o que, muitas vezes, deve ter tirado à atenção dos muitos presentes. Pelo seu Twitter, ela manifestou a sua satisfação: “O evento na biblioteca foi massa!”, escreveu.
Já o ator Jackson Costa – muito assediado – também falou da importância dos livros para a formação da sua vida como ator, do motivo que trocou a sua vida de celebridade em novelas da Globo por produções locais, das dificuldades de se produzir arte num país que não valoriza nada e das desventuras da sua profissão.
A vereadora Olívia Santana foi uma grata surpresa pra mim, pois nunca “na história desse país” presenciamos tanto alvoroço na psicosfera do medíocre cenário da política brasileira. Procuramos imantar todos os vieses para acreditar nos políticos que nos representam, mas à medida que nos inteiramos das nuanças políticas, a vergonha bate a nossa cara, e a desconfiança torna-se realidade. No écran infrutífero do Senado Federal e/ou da Câmara Municipal de Salvador alguns pontinhos conseguem ser vistos, como foi no caso do STF ter aprovado a união homoafetiva, mas no resto a pasmaceira e a roubalheira continuam.
Ao ver a Olívia Santana ao lado de pessoas que eu admiro, imaginei logo que deveria ser proibido políticos, sempre com um novo método de corrupção, abrirem as bocas num ambiente que exala cultura, pois, enquanto mais falcatruas e mentiras tomam dimensões insuperáveis, enquanto a presidente Dilma diz que atos vergonhosos são inerentes a democracia em que o país está inserido, continuamos sendo alienados (“A Bahia anda no caminho certo!”) como fantoches, e cheguei à conclusão e achei o azimute que nos direcionou para o porquê de tantas críticas aos governos dos militares. Mas a senhora vereadora me deixou pensativo. Contou da sua infância sofrida num bairro de periferia em Salvador, onde chegou ao ponto de perder tudo dentro de casa por conta de enchentes. Contou que começou a trabalhar como faxineira, mas que logo se viu como líder de movimentos negros. Fiquei muito impressionado com a oralidade e a formação da Olívia, mas, mesmo assim, isso não afetou em nada a minha opinião sobre os políticos.
O cantor Lazzo Matumbi foi a outra delícia da noite. Lazzo que é conhecido como “a voz da Bahia”, contou que começou a sua carreira em 1981 como atração do bloco Ilê Aiyê e arrastou multidões de baianos e turistas seduzidos pela sua forma única de cantar com a alma, dotada de swing, tal qual os cantores americanos de blues.
Lazzo, em alguns momentos, demonstrou o seu descrédito com a política, com a educação favelizada e com a segurança pública que, segundo ele, sempre renega ao pobre e preto o papel de “ladrão”. O cantor falou que enxerga com muita tristeza a atual situação do Carnaval da Bahia, de que a ideia que podemos resolver questões do Carnaval com algum dinheiro, não resolve e nem resolverá os problemas. E que também ficar acreditando em uma “política salvadora” por parte do governo para a população negra parece esgotada. “Aliás, o modelo é esgotado. Não funciona. É demasiadamente medíocre”, contou.
Vendo o Lazzo Matumbi falar, com aquele vozeirão, me fez ficar mais uma vez impressionado. Pois é difícil, muito difícil, saber da opinião de alguns artistas da Bahia, principalmente numa época onde ninguém tem opinião sobre nada, todo mundo é politicamente correto. E apesar disso, um retardado na plateia tentou deixar o cara desconcertado, fazendo algum comentário racista sobre o discurso do Lazzo, o que foi violentamente exposto pelo próprio artista que se sentiu incomodado. Mas, enfim, conversar com Lazzo e não ser interrompido a cada minuto por pessoas que querem tirar foto, cumprimentar e fazer todos os tipos de tietagens que grandes personalidades são acometidas é uma coisa quase que impossível. E, no meio do debate, Lazzo falou a respeito da saída do importante e reverenciado Bloco Coração Rastafari ao que recebemos atônitos a resposta de que o Coração Rastafari não vai sair mais por falta de patrocínio.
E, dessa forma, por total incompetência dos órgãos públicos, o cantor dos nossos amores e de tudo o que tem de dentro de nós não vai cantar. Mas como é que tem Carnaval sem a “Alegria da Cidade”, sem aquela voz forte, vibrante, doce e intensa quase a sussurrar no nosso ouvido estrofes poderosas como “A minha pele de ébano é, a minha alma é nua...” ou “Eu sou parte de você, mesmo que você me negue”. Como pode um cara como Lazzo não sair mais no Carnaval com a infra-estrutura necessária e parecer que está tudo normal. Não está. Temos a obrigação de fazer uma reflexão séria a respeito.
A noite terminou com um show da premiadíssima banda Rumpilezz – um outro elemento da cultura negra presente na comemoração dos 200 anos da Biblioteca Pública. A apresentação da Rumpilezz, criada em 2006, pelo maestro Letieres Leite e baseada na percussão de matriz africana, com influência do jazz, formada por cinco músicos de percussão (alabês) e 14 músicos de sopro, fez um sucesso enorme.
A orquestra de afro-jazz levou, em seu repertório, composições baseadas no universo percussivo baiano somadas às influencias no Candomblé e agremiações musicais da cultura negra, tais como o Samba do Recôncavo, o Ilê Aiyê e o Olodum. Apesar da chuva, as pessoas presentes se esbaldaram.
E a Biblioteca Pública do Estado viveu um dia de intensa movimentação nos seus diversos setores. O público teve oportunidade de conferir ainda “contações de histórias” no setor infantil, homenagens no setor Braille, exposição, música e teatro nos corredores, filmes no audiovisual e conferências, como a do excelente professor Ubiratan Castro, que deram mostra de como a biblioteca continua efervescente, dois séculos após a sua fundação, e apesar da falta de diálogo dos funcionários com os frequentadores, o que eu acho lamentável.
Não sei quanto dinheiro é gasto nessas campanhas de incentivo à leitura que de vez em quando o governo faz. O que eu sei é que não existe campanha publicitária barata. Livro barato até que de vez em quando se encontra, com paciência e sorte. Mas o que é barato para você pode não ser pra mim, segundo a teoria da relatividade. Enfim, as bibliotecas públicas estão aí para isso. Mas nem sempre é isso que encontramos. E não se pode falar em biblioteca pública em Salvador sem mencionar que os jovens hoje não freqüentam bibliotecas. E é por falar na BCB que eu devo dizer que, toda vez que entro lá para pegar um livro (empréstimo ou consulta), ler revistas ou jornais, fico pensando que todas as campanhas de incentivo à leitura do governo são dinheiro jogado fora.
O principal erro da BCB é supor que a relação com a leitura se dá – não com a descoberta dos livros – sempre com livros já conhecidos. Não existe, além dessas datas comemorativas, nenhuma tarde de autógrafos com autores novos e/ou consagrados, nenhum concurso cultural, nenhuma semana de cinema (*já que lá tem uma sala de cinema), nenhuma publicação de livros financiados pela instituição. É simplesmente uma loucura neste país de analfabetos e semi-analfabetos. Se preciso é, explico. É vergonhoso.
O incauto e inculto candidato a leitor vai à biblioteca, atendendo ao apelo do governo que pagou a propaganda para convencê-lo de que ler é legal e, quando chega, esbarra no muro de contenção que é o balcão de atendimento. Ali, um funcionário público típico faz a indagação: “Que livro você quer?” Pronto, perdemos um leitor. Não existe uma sugestão. Não existe um olhar acolhedor. Muitos funcionários da biblioteca exalam um fedor de arrogância que dói na alma de vergonha. E isso eu posso afirmar, pois já presenciei cenas bizarras, principalmente no setor de periódicos.
Mas pressupõe-se que todo mundo já sabe o que quer ler. É como alguém perguntar a um menino de sete anos qual é o nome da mulher peituda que será a mulher peituda da sua vida. Quem sabe pelamordedeus? Qualquer um que tenha uma relação mais ou menos íntima com livros sabe que o “prazer de ler” se dá de forma muito diferente. “A vida é a arte do encontro”. A gente futuca os livros, observa a capa, estranha o título, confere o tamanho das letras, etc. E muito depois escolhe. E depois troca. Às vezes após folhear apenas algumas poucas páginas. Às vezes um livro que parecia uma coisa se mostra outra. Às vezes um livro que não parecia nada muda toda a nossa vida. Mas na Biblioteca Central dos Barris, livros e leitores são prisioneiros. Não se pode nem ver a capa. Ou seja, é uma biblioteca para se fazer pesquisa de escola, para bater papo nos corredores ou na escadaria, não para quem quer ler por ler. Só espero que não demorem mais 200 anos para mudar essa situação.
fotos: Ascom/Fundação Pedro Calmon
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Governo contrata nova fiscalização para obras da Fonte Nova
Contratação, em caráter emergencial, envolveu a consulta a 19 empresas, informa o governo da Bahia
Nos próximos dias, será anunciada a contratação emergencial de empresa para a fiscalização das obras da arena Fonte Nova. Segundo nota da assessoria da secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o procedimento, que está na fase final, envolveu a consulta a 19 empresas do ramo.
Vale dizer que, até dezembro último, a fiscalização das obras estava a cargo do consórcio formado pelas empresas Engeprol/Tecnosolo, mas o contrato com essas empresas, que previa a fiscalização até a fase de terraplanagem, já foi concluído.
O governo anunciou ainda que está em curso a elaboração do edital de licitação para a contratação definitiva da empresa que será responsável pela fiscalização até o final da obra. A forma de contratação utilizada para o serviço está sendo feita na forma de Parceria Público Privada, o que, segundo o governo "visa a garantir a viabilidade econômica da arena", explicou o secretário da Setre, Nilton Vasconcelos.
Ainda de acordo com o secretário, "muitas têm sido as condicionantes apresentadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para liberação dos recursos necessários ao andamento das obras, o que, neste caso da fiscalização, implicou a revisão de procedimentos do processo licitatório que já estava em curso", finaliza.
Fonte: Ascom/Setre / Portal da copa 2014
Nos próximos dias, será anunciada a contratação emergencial de empresa para a fiscalização das obras da arena Fonte Nova. Segundo nota da assessoria da secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o procedimento, que está na fase final, envolveu a consulta a 19 empresas do ramo.
Vale dizer que, até dezembro último, a fiscalização das obras estava a cargo do consórcio formado pelas empresas Engeprol/Tecnosolo, mas o contrato com essas empresas, que previa a fiscalização até a fase de terraplanagem, já foi concluído.
O governo anunciou ainda que está em curso a elaboração do edital de licitação para a contratação definitiva da empresa que será responsável pela fiscalização até o final da obra. A forma de contratação utilizada para o serviço está sendo feita na forma de Parceria Público Privada, o que, segundo o governo "visa a garantir a viabilidade econômica da arena", explicou o secretário da Setre, Nilton Vasconcelos.
Ainda de acordo com o secretário, "muitas têm sido as condicionantes apresentadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para liberação dos recursos necessários ao andamento das obras, o que, neste caso da fiscalização, implicou a revisão de procedimentos do processo licitatório que já estava em curso", finaliza.
Fonte: Ascom/Setre / Portal da copa 2014
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Samba d´Ju comemora aniversário com nova música.
A banda completa dois anos com festa e nova música em homenagem às mulheres que fazem samba
Quem disse que mulher não sabe fazer um bom samba? Esta pergunta vai ser respondida através da nova música da banda Samba d´Ju. A composição de autoria da cantora Ju Moraes é uma homenagem às mulheres que estão à frente das bandas de samba, entre elas, Alcione, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, Mariene de Castro, Mart’nália, e até mesmo Maria Rita, Marisa Monte e Zélia Duncan, que recentemente gravaram sambas.
A nova música “Mulher no Samba” será apresentada ao público no próximo domingo (29), na comemoração de dois anos de aniversário da banda. O show acontece à partir das 18h, no Prá Começar... Chopp & Music, na Pituba.
Com pouco tempo de estrada, mas como uma bagagem de cheia de experiência, alguns sonhos e muita história de samba, a banda Samba d´Ju é formada em maio de 2009, pelos amigos Ju Moraes (Voz), Nanda Duarte (Violão) e Juan Santiago (cavaquinho), e mais cinco músicos.
Com uma mistura fina, elegante e animada de pop, MPB e samba, a na voz marcante de Ju Moraes, o grupo tem atraído centenas de fãs por onde passa. A apresentação neste domingo inaugura o novo projeto da banda, com a temporada “Domingão com Samba d´Ju”, no final de tarde de todos os domingos, até o final do inverno.
A música “Mulher no Samba” é inédita e ainda não foi gravada. O grupo pretende entrar em estúdio para produzir o primeiro CD totalmente autoral no próximo semestre. Até lá quem quiser matar a curiosidade, pode conferir o estilo musical do grupo através do primeiro CD, gravado em janeiro passado. A coletânea possui seis composições autorais, entre elas “Aquela” – música de trabalho, e “Em suas mão”, composição de Ju Moraes e Tuca Fernandes. O CD pode ser baixado gratuitamente através do site www.sambadju.com.br.
SERVIÇO
O que: Show de aniversário da banda Samba d´Ju
Quando: domingo, dia 29, às 18h
Onde: Pra Começar... Chopp & Music (Av. Manoel Dias da Silva, 1733 - Pituba - Salvador , BA)
Couver: R$ 10,00 por pessoa
terça-feira, 24 de maio de 2011
Restos da Fonte Nova são doados para Obras Irmã Dulce
| Pedaços do estádio viraram suvenir de 6 cm e foram vendidos por R$ 35 |
A Fonte Nova Negócios e Participações doou 2 mil suvenires com restos das estruturas da Fonte Nova, demolida em agosto passado, para as Obras Assistenciais Irmã Dulce (OSID). As lembranças do antigo estádio foram vendidas durante a celebração de beatificação da freira baiana, ocorrida no último domingo (22), em Salvador.
Mesmo sob forte chuva, cerca de 70 mil pessoas compareceram à cerimônia que conferiu o título de beata à religiosa baiana, agora chamada de “Bem Aventurada Dulce dos Pobres”.
Segundo Maria Rita, sobrinha de Irmã Dulce, e hoje diretora das OSID, com o recurso estimado de, aproximadamente, R$ 70 mil, um novo projeto será iniciado: a unidade de hemodiálise e novo banco de sangue do Hospital Santo Antônio, mantido pela organização.
Maria Cristiane, devota da beata, mas torcedora do Esporte Clube Bahia foi uma das primeiras a comprar a lembrança, que para ela tem significado especial. “É um ato de caridade. Comprando a lembrança, levo para casa um pedaço da velha Fonte Nova e tenho a oportunidade de contribuir com as obras da Bem Aventurada Irmã Dulce”, afirmou.
Na mesma linha de pensamento, o secretário Ney Campello, da Secopa, presente no ato de entrega das doações afirmou que o ato de caridade é também é uma maneira de unir a história da Fonte Nova à da Irmã Dulce, que era torcedora do Ypiranga. "Além da sua obra exuberante, vamos ter a oportunidade de unir duas memórias importantes: a memória da arena e seus grandes clássicos e a história de Irmã Dulce que viveu para ajudar os mais necessitados", ressaltou.
Dênio Cidreira, diretor presidente da Fonte Nova Negócios e Participações, declarou admiração ao legado deixado pela freira. "Todos nós baianos admiramos o trabalho social de Irmã Dulce e pensamos imediatamente nessa parceria social", disse.
Cada suvenir mede aproximadamente 6 cm e terá um pedaço original do antigo estádio Fonte Nova em uma caixa de acrílico transparente. Os suvenires estão sendo vendidos por R$ 35. Os interessados em adquirir a lembrança da Fonte Nova, devem procurar a lojinha da OSID, que fica na Av. Bonfim, 161, Roma, em Salvador. Mais informações no telefone da entidade (71) 3310-1105.
Fiés enfrentaram filas para levar a lembrança para casa (crédito: Karlo Dias |
Conhecida como “O Anjo bom da Bahia”, Irmã Dulce nasceu em 1914, no bairro do Barbalho em Salvador. Segunda filha do casal Augusto e Dulce, Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes (nome original), passou a se chamar Irmã Dulce após a consagração como freira da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.
Dulce dedicou toda a vida à favor dos pobres e desabrigados de Salvador. Iniciou sua obra, acolhendo doentes e desabrigados da capital baiana e levando para o galinheiro do convento. À partir daí nasceu o que hoje é conhecido como Obras Assistenciais Irmã Dulce (OSID).
A OSID é considerada pelo Ministério da Saúde como o maior complexo de atendimento 100% gratuito em saúde do Brasil e é responsável pelo maior volume de atendimentos em toda a estrutura do setor na Bahia.
Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992, pouco tempo antes de completar 78 anos. Em 1999 o Vaticano inicia o processo de beatificação e canonização da freira.
Fonte: Portal da Copa 2014
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Samba d´Ju completa dois anos com festa e nova temporada
Maio é um mês especial para os integrantes da banda Samba d´Ju; Marca a passagem de aniversário de dois anos do grupo. Para celebrar a data, a banda preparou um show especial. Será no próximo domingo, dia 29, à partir das 18h, no Prá Começar... Chopp & Music, na Pituba.
Como todo aniversário que se preza, a festa contará com a participação de diversos convidados, entre eles, Fredd Moura, da Voa Dois, Adelmo Casé, da Negra Cor, Álvaro Pinho, da banda Mr. João, Eva Cavalcante, da On The Floor, entre outros. A apresentação inaugura o novo projeto da banda, com a temporada “Domingão com Samba d´Ju”, todos os domingos, à partir das 18h, até o final do inverno.
História de Samba
Com pouco tempo de estrada, mas como uma bagagem de cheia de experiência, alguns sonhos e muita história de samba, a banda Samba d´Ju é formada em maio de 2009, pelos amigos Ju Moraes (Voz), Nanda Duarte (Violão) e Juan Santiago (cavaquinho), e mais cinco músicos. Com uma mistura fina, elegante e animada de pop, MPB e samba, a na voz marcante de Ju Moraes, o grupo tem atraído centenas de fãs por onde passa.
Considerado por alguns críticos como a grande novidade do cenário musical baiano, a banda soma na agenda, importantes eventos realizados. Entre as principais apresentações, destacam-se a abertura do show de Jau e Maria Gadú, em Praia do Forte, o Luau do Jammil, em Stella Maris, ambos no ano passado, o show no Palco do Samba, do Festival de Verão 2011, além de apresentações em Aracaju e Petrolina, e as temporadas em Salvador nos bares Leopoldina, Maria João, Armazém Vilas, na boates Let's Go e Madrre, e no Botequim São Jorge, que enriquecem ainda mais, o portfólio dos músicos.
A Samba d´Ju gravou o primeiro CD de trabalho em janeiro passado. A coletânea é composta por 23 músicas, dentre elas seis autorais, incluindo “Aquela” – música de trabalho, e “Em suas mão”, composição de Ju Moraes e Tuca Fernandes. O CD pode ser baixado gratuitamente através do site www.sambadju.com.br. No segundo semestre deste ano, retorna ao estúdio para gravar o segundo disco, desta vez, completamente autoral. “A idéia é fazer um trabalho com 13 faixas, todas de composições próprias. Este sim, será um grande presente de aniversário para os nossos fãs, que já nos cobram isso”, ressalta Ju.
SERVIÇO
O que: Show de aniversário da banda Samba d´Ju
Quando: domingo, dia 29, às 18h
Onde: Pra Começar... Chopp & Music (Av. Manoel Dias da Silva, 1733 - Pituba - Salvador , BA)
Couver: R$ 10,00 por pessoa
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Lançamento do ‘São João da Bahia’ reúne 600 operadores e agentes de viagem em SP
Operadores e agentes de viagem das principais empresas de turismo de São Paulo participaram nesta quarta-feira (18), da festa de lançamento do São João da Bahia, na capital paulista. O evento reuniu 600 profissionais de 40 companhias e contou com as apresentações musicais de Adelmário Coelho, Estakazero, Del Feliz, Zelito Miranda e Targino Gondim.
O secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, destacou a importância do mercado paulista para o Estado. “São Paulo é o principal emissor de turistas que chegam em território baiano pelo sistema aéreo com mais de 1,2 milhão de pessoas por ano”, disse.
Animado com os ventos soprando a favor, Leonelli disse que este pode ser o ano de afirmação do São João da Bahia como produto turístico. Ele também ressaltou o papel do Governo do Estado no apoio aos festejos juninos baianos. “Estamos apoiando mais de 100 municípios, pois acreditamos que fazemos a maior festa regional do Brasil”, conta.
O titular da pasta do Turismo de Porto Seguro, Augusto Jones, afirmou que os festejos juninos na Terra do Descobrimento contarão com um importante reforço. “O São João nos propiciou que fechássemos quatro (vôos) charters para importantes destinos emissores como São Paulo, Belo Horizonte e Buenos Aires (2).
O evento contou ainda com a presença do secretário de Turismo de São Paulo, Márcio França, que elogiou a gestão baiana no setor e defendeu que o Estado fique com a presidência do Fórum Nacional dos Secretários de Turismo (Fornatur).
CVC deve comercializar 35 mil pacotes de viagem para a Bahia no São João
Principal operadora do país, a CVC deve ampliar o número de pacotes vendidos para a Bahia durante os festejos juninos. Segundo o gerente de Mercado da empresa, Fernando Del Cistia, 35 mil pacotes serão comercializados em 2011. O número representa um crescimento de 84% em relação ao primeiro ano do projeto (2008), quando 19 mil pessoas adquiriram os passaportes para o São João da Bahia.
Del Cistia também ressaltou a importância da ‘Boa Terra’ para o grupo que representa. “A Bahia é o nosso carro chefe. É um mercado que cresce 18% ao ano e isso é maravilhoso", avaliou.
Hotelaria – Presente no evento de São Paulo, o presidente do Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Salvador, Silvio Pessoa, acredita que haverá um aumento de 20% na taxa de ocupação este ano no mês de junho. “Tudo sopra a favor. Este ano, o governo estadual antecipou o planejamento, já fechou a grade de atrações, o que facilita a comercialização de pacotes”, conta.
Fernando Ferrero, diretor de relações nacionais da Bahiatursa, disse que já há entendimentos com empresários do setor hoteleiro baiano e também com as companhias aéreas para que sejam implementados pacotes promocionais no período. “Este ano, o que também vai nos ajudar é que o São João vai cair em pleno feriado de Corpus Christ, o que vai atrair milhares de visitantes do Sudeste”, afirmou.
Ex-presidente da ABAV e atual presidente do Convention Bureau Salvador e Litoral Norte, Pedro Costa também destacou o São João da Bahia como produto turístico. “O São João é um gigante que estava adormecido e agora desperta para todo o país”, disse.
O secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, destacou a importância do mercado paulista para o Estado. “São Paulo é o principal emissor de turistas que chegam em território baiano pelo sistema aéreo com mais de 1,2 milhão de pessoas por ano”, disse.
Animado com os ventos soprando a favor, Leonelli disse que este pode ser o ano de afirmação do São João da Bahia como produto turístico. Ele também ressaltou o papel do Governo do Estado no apoio aos festejos juninos baianos. “Estamos apoiando mais de 100 municípios, pois acreditamos que fazemos a maior festa regional do Brasil”, conta.
O titular da pasta do Turismo de Porto Seguro, Augusto Jones, afirmou que os festejos juninos na Terra do Descobrimento contarão com um importante reforço. “O São João nos propiciou que fechássemos quatro (vôos) charters para importantes destinos emissores como São Paulo, Belo Horizonte e Buenos Aires (2).
O evento contou ainda com a presença do secretário de Turismo de São Paulo, Márcio França, que elogiou a gestão baiana no setor e defendeu que o Estado fique com a presidência do Fórum Nacional dos Secretários de Turismo (Fornatur).
CVC deve comercializar 35 mil pacotes de viagem para a Bahia no São João
Principal operadora do país, a CVC deve ampliar o número de pacotes vendidos para a Bahia durante os festejos juninos. Segundo o gerente de Mercado da empresa, Fernando Del Cistia, 35 mil pacotes serão comercializados em 2011. O número representa um crescimento de 84% em relação ao primeiro ano do projeto (2008), quando 19 mil pessoas adquiriram os passaportes para o São João da Bahia.
Del Cistia também ressaltou a importância da ‘Boa Terra’ para o grupo que representa. “A Bahia é o nosso carro chefe. É um mercado que cresce 18% ao ano e isso é maravilhoso", avaliou.
Hotelaria – Presente no evento de São Paulo, o presidente do Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Salvador, Silvio Pessoa, acredita que haverá um aumento de 20% na taxa de ocupação este ano no mês de junho. “Tudo sopra a favor. Este ano, o governo estadual antecipou o planejamento, já fechou a grade de atrações, o que facilita a comercialização de pacotes”, conta.
Fernando Ferrero, diretor de relações nacionais da Bahiatursa, disse que já há entendimentos com empresários do setor hoteleiro baiano e também com as companhias aéreas para que sejam implementados pacotes promocionais no período. “Este ano, o que também vai nos ajudar é que o São João vai cair em pleno feriado de Corpus Christ, o que vai atrair milhares de visitantes do Sudeste”, afirmou.
Ex-presidente da ABAV e atual presidente do Convention Bureau Salvador e Litoral Norte, Pedro Costa também destacou o São João da Bahia como produto turístico. “O São João é um gigante que estava adormecido e agora desperta para todo o país”, disse.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Ministro recebe pleito para criação da Universidade do Sul da Bahia
O sonho do acesso à universidade pública federal para os jovens do Sul e Extremo Sul da Bahia está perto de se tornar realidade. A avaliação é do deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA). O parlamentar, acompanhado de mais seis deputados baianos foi recebido pelo ministro Fernando Hadad, da Educação, na manhã desta quinta-feira (12), em Brasília, para tratar do assunto.
Durante a reunião, os integrantes da Bancada Baiana, apresentaram o pleito da criação de duas novas universidades federais no interior do estado. Uma para ser instalada em Itabuna que atenderia a região Sul, Baixo Sul, Médio Rio de Contas, Extremo Sul, e Itapetinga; e outra para ser implantada em Barreiras, beneficiando toda região Oeste e Sudoeste da Bahia.
Segundo Daniel, o ministro mostrou-se bastante sensível à reivindicação, e assumiu o compromisso de levar a solicitação à presidente Dilma Roussef nos próximos dias. Para o parlamentar, existe um vazio no interior do estado quando se fala em ensino público superior federal. “Os antigos políticos que estiveram no poder durante tanto tempo não se preocuparam em promover a expansão das universidades. Hoje esta demanda é crescente e temos a obrigação de atendê-la”, destacou.
A Bahia possui atualmente uma população aproximada de 14 milhões de habitantes, dentre eles 2 milhões são jovens de 18 a 24 anos, em condições de frequentar uma universidade. Por 59 anos o estado manteve apenas uma universidade federal, a UFBA.
O desenvolvimento econômico e os novos investimentos que tem chegado ao Sul da Bahia, como a Ferrovia Oeste Leste e o Porto Sul, exigem a implantação de uma universidade federal na região. Esta demanda se tornou uma das principais bandeiras de luta da população.
O vereador Wenceslau Júnior, de Itabuna, coordenador do Comitê em Defesa da Universidade do Sul da Bahia, aponta a carência de novas vagas. “A única universidade pública que temos é a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), mas a demanda é bem maior do que ela pode oferecer”, avalia Wenceslau, que também participou da reunião no ministério.
Para o vereador “é inconcebível se pensar em desenvolvimento regional – e isso é uma realidade nas cidades do Sul e Extremo Sul, sem se pensar em investimento na qualificação de pessoal e na produção do conhecimento”, ressalta.
Animado com o resultado da audiência, Wenceslau Junior afirmou que o próximo passo do grupo é buscar um encontro com o governador Jacques Wagner. Segundo ele, isto deve acontecer ainda este mês, vai depender apenas da disponibilidade de agenda do governador.
TCE libera só 20% do empréstimo para Arena Fonte Nova
Restante do financiamento de R$ 323 mi ficará retido até apresentação do projeto executivo
Por: Karlo DiasO Tribunal de Contas da Bahia (TCE) liberou na tarde de ontem (15) parte dos recursos para a construção da Arena Fonte Nova, estádio que representará Salvador na Copa de 2014.
A aprovação em caráter de urgência restringe-se a R$ 64 milhões, valor que equivale a 20% do contrato firmado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que é de R$ 323,6 milhões.
O restante do financiamento continua retido até que o TCE apresente um parecer definitivo, o que só será possível após o governo e a concessionária (Fonte Nova Negócios e Participações –FNP) apresentarem o projeto executivo da obra. Nele estão especificados os insumos e mão de obra para a construção do estádio, a partir dos quais será possível definir o orçamento final.
Segundo a assessoria do conselheiro do TCE Pedro Lino, relator do processo, a liberação de 20% do financiamento evita atrasos na construção.
Caso o TCE constate alguma irregularidade nos orçamentos depois da apresentação do projeto executivo e decida paralisar a obra ou cancelar o contrato, o consórcio será obrigado a devolver o valor aos cofres públicos.
Obras
O contrato de financiamento foi firmado em janeiro deste ano. A primeira parcela, no valor de aproximadamente R$ 60 milhões, deveria ter sido liberada em março. Segundo o TCE, o bloqueio ocorreu porque o órgão não obteve as informações que permitiriam auditar o custo do estádio, orçado pelo governo em R$ 591,7 milhões.
Conforme publicou o Portal 2014, mesmo com o bloqueio dos recursos as obras prosseguem. Conforme afirma o diretor de engenharia do consórcio, José Luiz Góes, 16% da construção foi concluída e, até o final deste ano, o percentual deve chegar a 43%.
Crise no Pólo Calçadista de Itapetinga será tema de audiência em Brasília
A Comissão do Trabalho de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove na próxima terça-feira (24), à partir das 14h30, uma audiência pública para discutir a crise do pólo calçadista da Bahia.
A solicitação foi do deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-Ba), titular da Comissão. A principal preocupação do parlamentar baiano é com a situação crítica enfrentada pelo setor, a exemplo da Fábrica de Calçados Azaléia, no município de Itapetinga, a 562Km de Salvador, que recentemente anunciou demissões, férias coletivas e ameaças fechar algumas unidades de produção.
A Vulcabras - Azaleia é a maior empresa calçadista do País, com mais de 35 mil operários no Brasil e exterior. “A situação de demissões em uma empresa com o tamanho e importância da Azaleia gera insegurança nos trabalhadores e abala o mercado local. Isso nos preocupa”, afirma o deputado.
A sobretaxa de produtos asiáticos, o financiamento estatal da recuperação das indústrias, através de linhas de créditos aos empresários do setor por meio da Agência de Fomento do Estado da Bahia S/A (DESENBAHIA) e o investimento na qualificação dos funcionários do pólo calçadista, estão entre os principais temas que serão debatidos durante o encontro.
Foram convidados para a audiência pública os ministros Carlos Lupi, do Trabalho, Fernando Damata Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o secretário James Correa, da Indústria, Comércio e Mineração do Estado da Bahia, o prefeito José Carlos Moura, de Itapetinga, o vereador Gilson de Jesus, ambos do município de Itapetinga, Milton Cardoso, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (ABICALÇADOS) e Francisca Trajano, presidente da Confederação Nacional de Têxteis, Couro, Calçados e Vestuários, além de representantes da CTB e da CUT.
A audiência será realizada na próxima terça-feira (24), à partir das 14h30, no plenário 12 – Sala da Comissão de Trabalho, na Câmara Federal, em Brasília.
A solicitação foi do deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-Ba), titular da Comissão. A principal preocupação do parlamentar baiano é com a situação crítica enfrentada pelo setor, a exemplo da Fábrica de Calçados Azaléia, no município de Itapetinga, a 562Km de Salvador, que recentemente anunciou demissões, férias coletivas e ameaças fechar algumas unidades de produção.
A Vulcabras - Azaleia é a maior empresa calçadista do País, com mais de 35 mil operários no Brasil e exterior. “A situação de demissões em uma empresa com o tamanho e importância da Azaleia gera insegurança nos trabalhadores e abala o mercado local. Isso nos preocupa”, afirma o deputado.
A sobretaxa de produtos asiáticos, o financiamento estatal da recuperação das indústrias, através de linhas de créditos aos empresários do setor por meio da Agência de Fomento do Estado da Bahia S/A (DESENBAHIA) e o investimento na qualificação dos funcionários do pólo calçadista, estão entre os principais temas que serão debatidos durante o encontro.
Foram convidados para a audiência pública os ministros Carlos Lupi, do Trabalho, Fernando Damata Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o secretário James Correa, da Indústria, Comércio e Mineração do Estado da Bahia, o prefeito José Carlos Moura, de Itapetinga, o vereador Gilson de Jesus, ambos do município de Itapetinga, Milton Cardoso, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (ABICALÇADOS) e Francisca Trajano, presidente da Confederação Nacional de Têxteis, Couro, Calçados e Vestuários, além de representantes da CTB e da CUT.
A audiência será realizada na próxima terça-feira (24), à partir das 14h30, no plenário 12 – Sala da Comissão de Trabalho, na Câmara Federal, em Brasília.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Mineiros conhecem o potencial do São João da Bahia
Operadores e agentes de viagem de Belo Horizonte lotaram a casa de shows Alambique, na capital mineira. Eles participaram nesta segunda-feira (16), do lançamento oficial do São João da Bahia no estado que é o maior emissor de turistas para boa terra.
O secretário de Turismo baiano, Domingos Leonelli, fez uma apresentação para os profissionais mineiros sobre a maior festa regional do Brasil. Segundo o titular da Setur e Bahiatursa, já há um acordo com os hoteleiros baianos para que haja uma redução das tarifas durante o mês de junho. “A iniciativa tem como objetivo minimizar os efeitos da baixa estação que tem em junho o seu período mais critico nas zonas litorâneas do Estado”, conta.
Leonelli disse ainda que os estados da Bahia e Minas Gerais têm uma forte ligação. “Minas está no nosso coração”, disse o secretário numa referência aos moradores da terra do pão de queijo.
Além de Leonelli, outros gestores públicos e empresários do Turismo baiano estiveram presentes no evento. O titular da Setur de Porto Seguro, Augusto Jones e de Ilhéus, Paulo Moreira, estão negociando diretamente com os operadores mineiros as vendas de pacotes para o período de São João.
Agentes e operadores de BH se rendem à Maior Festa Regional do Brasil
Ao som da zabumba, da sanfona e do triângulo acompanhados das vozes de Adelmário Coelho, Léo (Estakazero), Targino Gondim, Val Macambira e Zelito Miranda, agentes e operadores de Minas Gerais caíram literalmente no forró. Mas apesar do ritmo contagiante, muitos deles falaram de negócios e disseram que o São João da Bahia é o principal produto do feriadão de Corpus Christ das empresas de turismo de Belo Horizonte.
Fábio Gontijo, gerente nacional de vendas da Tourlines, que tem escritórios em Vitória e Belo Horizonte, afirmou que o São João da Bahia é a maior aposta do fim deste primeiro semestre de 2011. “O nosso site (www.tourlinesoperadora.com.br <http://www.tourlinesoperadora.com.br/> ) será todo customizado com o tema das festas juninas baianas e esperamos fazer muitas vendas, tanto em Minas quanto no Espírito Santo”, contou.
Daniel Dias, da Master Operadora, afirmou que a Bahia é o principal destino da empresa que representa e que o São João já começa a se consolidar como um produto turístico nacional. “Nossa praia está na Bahia e nossos pacotes são vendidos para Ilhéus, Prado, Porto Seguro e Trancoso”, afirmou.
Forrozeiros baianos encantam platéia de operadores de turismo em BH
Quando subiram no palco, Adelmário Coelho, Léo (Estakazero), Targino Gondim, Val Macambira e Zelito Miranda, levaram a platéia de agentes viagem e operadores de turismo mineiros ao delírio, na noite desta segunda-feira (16), em Belo Horizonte. Eles abriram o show ao som da canção Vem Amor, lançada pelo Trio Nordestino e imortalizada ao longo dos anos.
Léo Macedo, da Banda Estakazero, foi o primeiro a levar o clima de alegria à galera mineira. Ele cantou clássicos da música nordestina e também sucessos do seu grupo. Léo voltaria ao palco momentos mais tarde para cantar sucessos como Lua Minha e Sapatilha 37.
Em seguida, Targino Gondim esbanjou intimidade com a sanfona e levou o público ao delírio com a sua música mais conhecida: Esperando na Janela, do filme Eu, tu, eles, que foi gravada por Gilberto Gil.
Zelito Miranda cantou Luiz Gonzaga, Riachão, Flávio José e os sucessos do seu forró temperado. Zelito fez uma homenagem aos nordestinos e encerrou sua participação cantando o clássico Asa Branca, de Luiz Gonzaga.
Val Macambira começou com uma embolada típica do Nordeste e, em seguida, agitou a galera com as músicas do Rei do Baião. Sabiá, Pagode Russo foram alguns dos sucessos entoados pelo cantor.
Adelmário Coelho colocou a galera para dançar agarradinho ao som de Nenem, do CD Encontro com o Trio Nordestino e Vida de Viajante, de Luiz Gonzaga. Em seguida, ele “machucou” os corações com a música Eu quero um Xodó, de Gilberto Gil.
O secretário de Turismo baiano, Domingos Leonelli, fez uma apresentação para os profissionais mineiros sobre a maior festa regional do Brasil. Segundo o titular da Setur e Bahiatursa, já há um acordo com os hoteleiros baianos para que haja uma redução das tarifas durante o mês de junho. “A iniciativa tem como objetivo minimizar os efeitos da baixa estação que tem em junho o seu período mais critico nas zonas litorâneas do Estado”, conta.
Leonelli disse ainda que os estados da Bahia e Minas Gerais têm uma forte ligação. “Minas está no nosso coração”, disse o secretário numa referência aos moradores da terra do pão de queijo.
Além de Leonelli, outros gestores públicos e empresários do Turismo baiano estiveram presentes no evento. O titular da Setur de Porto Seguro, Augusto Jones e de Ilhéus, Paulo Moreira, estão negociando diretamente com os operadores mineiros as vendas de pacotes para o período de São João.
Agentes e operadores de BH se rendem à Maior Festa Regional do Brasil
Ao som da zabumba, da sanfona e do triângulo acompanhados das vozes de Adelmário Coelho, Léo (Estakazero), Targino Gondim, Val Macambira e Zelito Miranda, agentes e operadores de Minas Gerais caíram literalmente no forró. Mas apesar do ritmo contagiante, muitos deles falaram de negócios e disseram que o São João da Bahia é o principal produto do feriadão de Corpus Christ das empresas de turismo de Belo Horizonte.
Fábio Gontijo, gerente nacional de vendas da Tourlines, que tem escritórios em Vitória e Belo Horizonte, afirmou que o São João da Bahia é a maior aposta do fim deste primeiro semestre de 2011. “O nosso site (www.tourlinesoperadora.com.br <http://www.tourlinesoperadora.com.br/> ) será todo customizado com o tema das festas juninas baianas e esperamos fazer muitas vendas, tanto em Minas quanto no Espírito Santo”, contou.
Daniel Dias, da Master Operadora, afirmou que a Bahia é o principal destino da empresa que representa e que o São João já começa a se consolidar como um produto turístico nacional. “Nossa praia está na Bahia e nossos pacotes são vendidos para Ilhéus, Prado, Porto Seguro e Trancoso”, afirmou.
Forrozeiros baianos encantam platéia de operadores de turismo em BH
Quando subiram no palco, Adelmário Coelho, Léo (Estakazero), Targino Gondim, Val Macambira e Zelito Miranda, levaram a platéia de agentes viagem e operadores de turismo mineiros ao delírio, na noite desta segunda-feira (16), em Belo Horizonte. Eles abriram o show ao som da canção Vem Amor, lançada pelo Trio Nordestino e imortalizada ao longo dos anos.
Léo Macedo, da Banda Estakazero, foi o primeiro a levar o clima de alegria à galera mineira. Ele cantou clássicos da música nordestina e também sucessos do seu grupo. Léo voltaria ao palco momentos mais tarde para cantar sucessos como Lua Minha e Sapatilha 37.
Em seguida, Targino Gondim esbanjou intimidade com a sanfona e levou o público ao delírio com a sua música mais conhecida: Esperando na Janela, do filme Eu, tu, eles, que foi gravada por Gilberto Gil.
Zelito Miranda cantou Luiz Gonzaga, Riachão, Flávio José e os sucessos do seu forró temperado. Zelito fez uma homenagem aos nordestinos e encerrou sua participação cantando o clássico Asa Branca, de Luiz Gonzaga.
Val Macambira começou com uma embolada típica do Nordeste e, em seguida, agitou a galera com as músicas do Rei do Baião. Sabiá, Pagode Russo foram alguns dos sucessos entoados pelo cantor.
Adelmário Coelho colocou a galera para dançar agarradinho ao som de Nenem, do CD Encontro com o Trio Nordestino e Vida de Viajante, de Luiz Gonzaga. Em seguida, ele “machucou” os corações com a música Eu quero um Xodó, de Gilberto Gil.
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